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sábado, 12 de dezembro de 2015
sábado, 5 de dezembro de 2015
terça-feira, 17 de novembro de 2015
Quem me conhece sabe que eu e a Bioquímica, desde a 1ªsemana de aulas do meu 1ºano, que não nos damos muito bem. A verdade é que ainda não existiu o click. E enquanto isso não acontecer, a nossa relação não vai resultar!
Quinta-feira tinha frequência a esta cadeira. E talvez com muita sorte e muito poucas horas de sono, conseguisse passar com nota mínima. Mas eu não quero essa nota na minha pauta! Eu não gosto de forçar relações, mas desta vez vai ter que ser! Resolvi deixar a cadeira para exame e fiz uma promessa: vou passar à cadeira com boa nota! E isso vai acontecer, porque não há ninguém a quem eu seja mais fiel do que a mim mesma. Já me deu 1-0, mas ainda vamos empatar.
domingo, 8 de novembro de 2015
Mestrado
Ainda estou no 2ºano e faltam 2 anos para acabar a licenciatura. Mas já fico entusiasmada quando procuro mestrados. Quando falei disto, descobri que muita gente do meu curso tenciona só ficar pela licenciatura. E outros tantos só querem tirar o mestrado passado uns anos. É dificíl para mim perceber isto, porque o meu curso é tão abrangente que se ficarmos apenas pela licenciatura, apesar de termos muita saída, não conseguimos crescer muito a nível profissional. Eu quero muito começar um dos dois mestrados que tanto adoro!
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
De amigos para conhecidos!
Os amigos vão e ficam. Tenho vindo a aprender isto desde que entrei para a faculdade. ''Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades'', sempre ouvi isto! Quando estamos prestes a deixar o Secundário, a ideia de que algum dia as pessoas que estão connosco deixarão de estar na nossa vida, parece inconcebível. É a mais pura das realidades... A faculdade é uma etapa da nossa vida cheia de mudanças. Nós crescemos, amadurecemos, mudamos de ideias e sonhos e, inclusive, a maioria das vezes, mudamos aquilo que somos. E as pessoas que deixam de conviver connosco por uns meses, ou porque a distância é muita, ou porque o tempo não o permite, deixam de nos conhecer pouco a pouco. Tudo começa quando passamos a falar de um ''melhor amigo'' como ''um amigo''. É estranho a velocidade com que isto às vezes acontece! Começamos a perceber que aquela pessoa talvez já não seja mais a nossa pessoa quando estamos juntos e é estranho. Quando já tens de forçar um bocadinho aquilo que agora és, para parecer tudo normal. Ou quando já não sabes nada da vida dessa pessoa!
Óbvio que isto não acontece só quando vais para a faculdade! Vai acontecer ao longo do resto da vida. Na faculdade, de ano para ano, nós vamos crescendo e, por vezes, vamos deixar de nos identificar com certas pessoas que o ano passado nos davámos super bem. É normal! Nós evoluímos e se as relações não evoluem connosco, se já não nos identificamos mais, não é vergonha nenhuma deixar para trás! Sem constrangimentos ou mágoas. Às vezes os objectivos que temos começam a ser tão diferentes que quase que são incompatíveis com os da outra pessoa, sabem? Vou guardar sempre um carinho especial por todas as pessoas que sem maldade nenhuma saíram da minha vida! Foram precisos muitos buracos no estômago para perceber isto. Finalmente aprendi a lidar com a mudança como uma coisa boa.
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
1ºmês de aulas
Resumo do primeiro mês do meu 2ªano de licenciatura:
Voltei a estar com os amigos de Coimbra. Este é sem dúvida um dos grandes inconvenientes de estudar longe de casa... Nas férias é quase impossível encontrar-me com os amigos da faculdade. E as saudades já apertavam.
Comecei a praxar! Depois de um ano intensivo de praxes, foi a minha vez de praxar. Sempre achei que quando começasse a praxar ia perder um bocado o interesse pela praxe. Mas não! Estou a adorar. Poder transmitir valores e ensinamentos que aprendi o ano passado está a fazer valer todo o esforço do ano passado.
Ganhei dois afilhados. E esta é sem dúvida a melhor recompensa de todas! Sou uma madrinha babada. Não podia ter melhores afilhados!
Tive a 2ªlatada. E como ser madrinha dá muita despesa nos primeiros tempos e tenho aulas práticas às 9h da manhã, só fui no Sábado ao recinto. Vi Tiago Bettencourt, Ride (pela 20ªvez?) e Richie Campbell, onde quase que ficava tonta com o cheiro a erva que pairava na tenda! Mas como a latada para o estudante de Coimbra é muito mais que festa no recinto, este ano foi tão ou mais especial que o ano passado. Meti a capa aos meus afilhados e baptizei-os. ''Coimbra dos amores, também dos estudantes''.
Entrei para o NID da faculdade e candidatei-me à AE. Para quem não sabe o NID é o Núcleo de Informação e Divulgação, basicamente o jornal da faculdade. O ano passado, apesar de andar com o tempo contado, sentia que não estava a fazer nada de diferente, Era mais uma aluna entre tantas! Este ano quis mudar isso e como já aprendi melhor a gerir o meu tempo, resolvi envolver-me nas actividades da minha faculdade.
Inscrevi-me na minha 1ª conferência. Irá realizar-se dia 29, 30 e 31 de Outubro, depois conto como foi!
Estou feliz. E passado muito tempo, eu sinto-me bem comigo mesma. Estou realmente feliz com tudo o que tenho. Estou em paz. Tirei um tempo para mim e reflecti sobre aquilo que queria. Defini uma meta a curto e longo prazo. Delimitei objectivos que preciso (e quero!) mesmo atingir. Estou bem!
domingo, 26 de julho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
1ºano - Faculdade
O meu 1ºano de faculdade já acabou. Apesar de faltarem os exames que só acabam no fim de Julho, este ano lectivo já acabou. Estudo em Coimbra, na faculdade com mais praxes do país. Por isso, este ano vivi para a praxe e para a faculdade. E apesar de ter andado sempre ocupada e com o tempo apertado, apesar de ter aprendido imenso este ano e ter crescido, acabei o ano sem poder dizer 'agora tenho x e y e z para fazer''. Afastei-me do blog, da música e do desporto. Porque foi um ano intenso, tinha muito para fazer e viver, mas a curto prazo. Acabei com o coração cheio, mas com a vida vazia. E isto é o que mais quero mudar no 2ºano. Quero ter planos a longo prazo.
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Dizem que são os efeitos da vida universitária
Estou tão desmotivada. Só me apetece chorar...estou prestes a desistir e ainda falta tanto! Sinto-me tão preocupada com a possibilidade de não conseguir fazer este semestre...nunca me senti tão fraca! Só quero ir para casa. Neste momento, é tudo o que quero!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
Estou exausta!
A faculdade é sem dúvida uma das melhores coisas que já me aconteceu e ao mesmo tempo a mais frustrante. Nunca me esforcei tanto no que toca a estudos e tive resultados tão maus...ou ate mesmo péssimos! Os exames vão ser a minha salvação. Melhor dizendo: têm de ser a minha salvação!
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Missão do diabo!
Sempre soube que quando viesse para a faculdade uma das partes mais difíceis iria ser dividir casa com estranhos. Neste caso, estranhas... Divido casa com mais duas raparigas e não tem sido uma tarefa complicada, tem sido uma missão do diabo! Claro que tudo piora quando, sem informarem ninguém, fazem jantares numa Terça-feira e andam aos gritos pela casa até às 3h da manhã. Há quem tenha aulas, trabalhos para fazer e muito para estudar! Há quem precise do máximo silêncio possível.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Desde que vim para faculdade aprendi a estabelecer prioridades. Talvez seja essa a mudança mais estranha de todas...de um mês para o outro, todas as nossas prioridades mudam. Do nada, somos como que obrigados a deixar as pessoas a quem dávamos constantemente atenção para terceiro ou quarto plano. As saídas e os amigos que vão para outra cidade são por uns momentos um bocado esquecidos... O lavar a roupa, o passar a ferro, a loiça, o almoço e o jantar começam a ser uma preocupação. Os livros e os estudos passam a fazer parte do nosso dia a dia. Deixamos de estudar apenas na véspera para passarmos a estudar todos os dias. Começamos a olhar para as nossas carreiras como um futuro próximo e percebemos que durante os próximos anos, isto tem de ser a nossa única preocupação. Temos de estabelecer metas, objectivos, tentar definir o que queremos fazer daqui a 2 anos para começarmos a preparar já esse futuro. Temos de redefinir prioridades. Temos de saber deixar algumas coisas para trás e perceber que só daqui a uns anos é que as vamos poder viver.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Sinto cada palavra, cada frase. Sinto tudo isto.
Custa-me ouvir-te falada nas bocas dos outros como uma cidade de tradições obsoletas. Como um conjunto de regras disfarçadas de rituais que vêm passando de geração em geração. Para mim, tradição nunca foi sinónimo de códigos ou condutas. Sempre foi sinónimo de tudo o resto. Não me interpretes de forma errada: é com o maior orgulho que uso as tuas vestes. Mas, sinceramente, arrepia-me da mesma forma a tua imagem ao luar sobre o Mondego. Acredita quando te digo que o sol de Coimbra é diferente do sol do resto do mundo. É o único sol que me causa um sorvedouro miudinho nas veias, como se o sangue corresse ao contrário quando me sento numa esplanada a admirar as tuas árvores, a tua calçada, ou a disposição de todos os teus edifícios. Nem o musgo, que se vai multiplicando com o tempo nas tuas paredes, me deixa indiferente. Sinto tudo isso. Sinto como se todos os dias fossem o último, e a saudade - que nos obrigas a aprender - estivesse ao virar da esquina. Aprendi a admirar-te porque, para o bem ou para o mal, comecei a sentir-te como uma extensão de mim. E faltam-me as palavras para descrever o orgulho que é ouvir-te cantada nas tuas entranhas históricas. És cidade de homens e mulheres em corpos de meninos. Quer queiramos, quer não, fazemos parte da tua mais refinada elite. Acredito que choras um Mondego de lágrimas quando fracassamos. Da mesma forma que o teu coração de pedras ancestrais se contrai de orgulho com os nossos sucessos. Um dia hei-de poder agradecer-te por tudo. Dificilmente conseguirei ser justo. Agradecer-te por tudo será sempre uma tarefa hercúlea. Agradeço-te, sobretudo, por me teres dado uma breve introdução ao amor. Por me teres apresentado um leque tão vasto de amores de bolso e me teres ensinado a amar de corpo inteiro e tripas de fora. Se hoje consigo amar como gente crescida a ti te devo. Obrigado.
Serás sempre recordada por nós como a ponte entre a nossa meninez e a idade adulta. Tenho pena de quem não teve o prazer de te conhecer. E tenho mais pena ainda de quem te conheceu, mas não soube amar-te. Assim sendo, este é o conselho que deixo a quem entra nas tuas portas: vivam como se acabasse amanhã, sintam como se fosse para sempre.*
-PedRodrigues
sábado, 4 de outubro de 2014
Vida académica
As minhas aulas começaram há duas semanas e eu já estou completamente apaixonada por Coimbra. Tenho tido praxes das 8h30 às 20h30. Contrariamente à maioria das pessoas, não fui com o pé atrás em relação à praxe. Sempre quis que aquela tradição fizesse parte da minha vida académica. E a minha faculdade vive esta tradição com todo o coração, vou ser praxada até Maio. Mas no primeiro dia só queria tornar-me anti praxe. Passamos 3 horas seguidas de quatro e tivemos muitas vezes de três, no alcatrão. Cheguei a casa exausta, não conheci ninguém, só queria ir para a minha casa. A partir do segundo dia foi tudo completamente diferente. Começamo-nos todos a conhecer, a ser unidos. A casa de Coimbra passou a ser a minha casa também. Os doutores já não eram aquelas pessoas que nós tínhamos de temer e sim amigos com quem podíamos contar para tudo, mas respeitar acima de tudo. Os colegas de turma passaram a ser os amigos que estão comigo de 4, que estão comigo a 'sofrer' e a fazer as maiores figuras de todas. Já gritei tanto que fiquei sem voz, já rebolei na lama e fui para o autocarro a cheirar mal de tão suja que estava. Já fiquei com os joelhos completamente esfolados. Fiz amizades com duas caloiras infiltradas. Tive uma aula fantasma e fiquei tão assustada que nem reagi quando revelaram a brincadeira. Comecei a perceber o significado e importância de estar trajado. Percebi que o meu chão também pode ser o meu céu e que o caloiro é sempre solidário, até quando deixa de ser caloiro. Conheci pessoas que tenho a certeza que vão ficar para a vida. Já fiz um teatro em frente à faculdade inteira. Já tive jantar de curso e fiz mais directas que em toda a minha vida. Já me perdi a caminho de casa quando só tinha de descer a rua. Meti-me de 4 em praxe para fazer o pedido à minha madrinha. Arranjei uma nova família. Já rasguei a capa à minha avó (madrinha da minha madrinha). Meti-me de 4 no meio da rua à noite para fazer o pedido ao meu pseudo-padrinho. Já chorei com saudades de casa e já me emocionei a ouvir a tuna da minha faculdade. Já ouvi a Balada da Despedida agarrada a pessoas que apenas em duas semanas se tornaram tudo para mim. Já dormi na entrada do Millennium com os meus doutores e colegas de tão cansados que estávamos. Já tive de me abrigar debaixo da capa de um doutor por causa da chuva. Já adormeci numa aula. Percebi o significado da Balada da Despedida e fico sempre com um aperto no peito sempre que a oiço. Já desejei ter a capa negra sobre os meus ombros e ao mesmo tempo nunca deixar de ser caloira. Cresci...acima de tudo, nestas duas semanas, cresci e tornei-me melhor pessoa. E tenho a certeza que os *Segredos desta cidade, Levo comigo p'rá vida*.
sábado, 6 de setembro de 2014
Faculdade
E eu entrei em...taaan taaaan taaaaaan, Ciências Biomedicas Laboratoriais em Coimbra! O melhor disto tudo é que vou com mais 4 amigas minhas. Ja mais alguem sabe para onde entrou?
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Faculdade
Já fiz a candidatura à faculdade. Gosto desde a minha primeira opção à sexta. Já me considero sortuda se conseguir entrar!
sexta-feira, 11 de julho de 2014
Universidade VS Politécnico
Eu gostava de seguir ciências biomédicas em Aveiro ou na Covilhã. Mas a verdade é que não sei se consigo ter média para entrar, por isso estive a ver outros cursos e gosto de alguns no Porto e em Coimbra. Só que esses cursos são todos em politécnicos. Então a minha questão é: hoje em dia qual é mesmo a verdadeira diferença entre as universidades e os politécnicos? Podemos ser 'prejudicados' por tirarmos um curso no Politécnico? Quais as vantagens e desvantagens?
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